A 6ª Companhia de Polícia Militar Rodoviária (6ª Cia PM Rv) prendeu, na madrugada desta sexta-feira (29), dois homens que transportavam diversas mercadorias vindas ilegalmente do Paraguai. A abordagem aconteceu na rodovia MGC-497, no sentido Uberlândia-Prata. De acordo com as informações da corporação, a ação resultou na apreensão de 159 ampolas de remédios diversos (incluindo canetas emagrecedoras), um drone, materiais de pesca, perfumes, 12 aparelhos celulares, 24 garrafas de vinho e cinco aparelhos de TV Box.
Com a finalidade de vistoriar o veículo, os policiais deram ordem de parada no KM 18 da rodovia e determinaram que os suspeitos abrissem o porta-malas. Nesse momento, a equipe encontrou toda a mercadoria oculta. Como resultado, os dois homens foram presos em flagrante e o carro utilizado no transporte foi apreendido. Eles foram indiciados pelos crimes de contrabando e descaminho. Veja a diferença:
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Contrabando: Importar ou exportar mercadorias que são totalmente proibidas no Brasil (como drogas, armas ou remédios sem registro).
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Descaminho: Fraudar o pagamento de impostos e tributos devidos na entrada de produtos que são permitidos e lícitos.
Casos são comuns nas rodovias mineiras Além disso, episódios semelhantes têm se repetido pelo estado. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também apreendeu, na última quinta-feira (28), uma grande carga de produtos estrangeiros e medicamentos para emagrecimento de comercialização proibida no país. A operação ocorreu na BR-381, na altura de Carmo da Cachoeira, localizada no Sul de Minas. Conforme a PRF, entre os itens retidos estavam 24 aparelhos de TV Box, câmeras de vigilância, perfumes, carregadores de celular e brinquedos, todos sem a documentação fiscal necessária.
Contrabando de canetas emagrecedoras em MG Por fim, vale destacar que o contrabando de canetas emagrecedoras em Minas Gerais tornou-se um alvo prioritário das fiscalizações da PM e da PRF em maio de 2026. As investigações em andamento apontam para um esquema de tráfico internacional de mercadorias vindas do Paraguai. Segundo a Polícia Federal (PF), esse mercado paralelo movimenta milhões de reais com medicamentos comercializados sem nota fiscal e, principalmente, sem o devido controle de refrigeração, colocando em risco a saúde dos consumidores.















































