A partir de 9 de julho, os bilhetes das loterias da Caixa ficarão mais caros. De acordo com a Caixa, essas mudanças visam não apenas manter a sustentabilidade das loterias, mas também ampliar os prêmios. Assim, o valor para jogar na Mega-Sena aumentará.
A Caixa Econômica Federal anunciou que os preços das apostas em seis modalidades de loteria, incluindo a Mega-Sena, sofrerão reajuste a partir da próxima quarta-feira, ou seja, 9 de julho. O aumento médio é de 21,7% e também afetará jogos populares como a Quina, Lotofácil, Dupla Sena, Loteca e Super Sete. O banco afirma que essa medida busca garantir a sustentabilidade das loterias, permitir prêmios maiores e ampliar os repasses sociais que dependem da arrecadação das apostas.
Vale destacar que o reajuste já tem data marcada para entrar em vigor, conforme o cronograma de concursos. Portanto, a Dupla Sena, Quina, Lotofácil e Loteca terão os novos preços a partir do dia 9. Além disso, a Mega-Sena será reajustada no dia seguinte, 10 de julho, e por fim, a Super Sete terá seu aumento no fim do mês, em 30 de julho.
Confira como ficam os novos valores:
- Mega-Sena: de R$ 5,00 para R$ 6,00 (aumento de 20%)
- Lotofácil: de R$ 3,00 para R$ 3,50 (16,67%)
- Dupla Sena: de R$ 2,50 para R$ 3,00 (20%)
- Quina: de R$ 2,50 para R$ 3,00 (20%)
- Loteca: de R$ 3,00 para R$ 4,00 (33,33%)
- Super Sete: de R$ 2,50 para R$ 3,00 (20%)
A Caixa informou ainda que as apostas no formato “Teimosinha”, que permite repetir os mesmos números por vários concursos, estão sendo temporariamente inibidas de forma gradual para cada uma das modalidades, até a efetivação do novo valor. Ressalta-se que a última atualização de preços das loterias havia ocorrido em 2019. Desde então, os reajustes vinham sendo adiados. Com o novo aumento, o bilhete simples da Mega-Sena, por exemplo, que custava R$ 5,00, passará a valer R$ 6,00 — o que representa um impacto direto para quem costuma apostar com frequência ou participar de bolões.
Ademais, de acordo com a Caixa, parte da arrecadação das loterias é destinada a áreas como saúde, educação, segurança pública e esporte. Em nota, o banco afirmou que os reajustes buscam equilibrar os custos operacionais e manter o compromisso com os repasses sociais.











































