Caminhoneiros não aceitam sequer um aumento reduzido e inspiram temor, avalia fonte da estatal.
Na cúpula da Petrobras, cresce a preocupação sobre uma eventual greve de caminhoneiros. De acordo com uma fonte da companhia, o clima é de aflição, pois a categoria não aceita sequer o aumento de 38 centavos que foi anunciado. Nesse sentido, o impasse sobre o preço do combustível tornou-se o principal foco de tensão dentro da petrolífera.
Além disso, o descontentamento dos motoristas é visto como um sinal de alerta máximo. Embora a estatal tente equilibrar suas planilhas, a resistência dos caminhoneiros sugere que qualquer reajuste, por menor que seja, pode ser o estopim para uma paralisação. Consequentemente, a diretoria da empresa monitora de perto os movimentos da categoria para evitar um desabastecimento ou uma crise logística em larga escala.
Por fim, a expectativa agora gira em torno de possíveis negociações ou novas medidas do governo. Afinal, o cenário atual indica que o diálogo entre a Petrobras e os transportadores está longe de um consenso, o que mantém o mercado e a sociedade em estado de atenção.











































